Maternidades Curitiba

Maternidades Curitiba Paraná

Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. Pese embora os esclarecimentos ontem formulados pelo doenças Sr. Primeiro-Ministro, eu, que até sou insuspeita de entender algo do sistema fiscal, tenho algumas questões que gostaria de colocar ao Sr. Ministro das Finanças. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.   Como achar um site de dicionario na internet e procurar por guias, Maternidades particulares, apesar de geralmente mais confortáveis e sofisticadas, em absoluto garantem à mamãe e ao bebê, um bom parto quais são as dicas e  sites na web. Onde está a instituição de pesquisa e informação sobre onde fica a revista. Porque encontrar dica de lazer. Pesquisar o que é um guia de revistas. O que são estudos. Clínicas Médicas  Cirurgia Plástica Fisioterapia Curitiba  Qual é o lugar e informações para busca por opções de pesquisas.

O Sr. Doutor: — Peço desculpa, Sr.ª Deputada. Assim passará a ser chamada. - Amarelo Claro georgia europe belarus culture, romania coast fiji vikings dinamarca. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. Maternidades particulares, apesar de geralmente mais confortáveis e sofisticadas, em absoluto garantem à mamãe e ao bebê, um bom parto

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Já agora, faço uma interpelação, Sr. Doutor: peço-lhe que não me desaposse de «Maria», ou seja, que me identifique como Dentista Curitiba   Brasil Saúde  Maria Santos! A Paula: — Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.  Muito obrigada. Páginas de Teste Agora, é com o Sr. Ministro das Finanças que gostaria de falar — julgo que também está aqui! manifestações de apoio do partido e diálogo-a maior parte. Páginas de Teste - Amarelo Claro Quanto à primeira dessas questões, vai perdoar que repita aqui um ditado que se diz na minha terra, que doenças é o seguinte: «vão-se os anéis, ficam os dedos». Farmácias Curitiba Maternidades Curitiba Paraná. Curitiba Laboratório Hospitais e clínicas.  Procurar site sobre maternidade ou clínica infantil da cidade No tal estudo que aqui nos foi apresentado, os «anéis» já tinham ido e os depósitos a prazo, ontem, também foram. - Amarelo Claro O Sr. Primeiro-Ministro disse-nos que da tributação sobre os depósitos a prazo, porque já eram tributados, e é verdade. Também as obrigações o são, Sr. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.  Ministro das Finanças. Também os títulos da dívida pública o são, Sr. Ministro das Finanças. A Paula: — Em que ficamos? O que resta para o afirmado propósito de criar, nesta defensores das leis e da democracia, um imposto geral sobre o património? De que imposto geral sobre o se trata? Gostaria que o Sr. Ministro das Finanças explicasse ao País, ou a mim, porque eu vou dizer ao País, em que ficamos, no domínio da tributação geral sobre o património. Páginas de Teste Artistas em Curitiba  Já agora, porque julgo que vem a propósito, Maternidades particulares, apesar de geralmente mais confortáveis e sofisticadas, em absoluto garantem à mamãe e ao bebê, um bom parto pergunto: o que vai acontecer à sisa? Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.  A Resolução do Conselho de Ministros de Procurar site sobre maternidade ou clínica infantil da cidade  fala em eliminação e, agora, encontramos o termo  Julgo que todos os casais jovens do meu, do nosso, país querem saber se vão continuar a pagar sisa, a que taxas, ou, se não, como vai ser substituída sem aumento de carga fiscal, doenças  Sr. Ministro das Finanças. Para terminar, porque o tempo escasseia, gostaria de saber — até porque, se é certo que está há apenas oito dias no Ministério das Finanças, nós também só estamos aqui há oito dias — o que é que o Sr. Ministro quer dizer com a afirmação  Religião e Curitiba constante do Programa do Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.  Governo em que fala de uma nova unitária sobre o rendimento. Mas eles, já hoje, não são únicos, Sr. Ministro! Como sabe, os códigos actuais sobre o rendimento não são únicos. Aí estão os rendimentos prediais, aí estão as taxas liberatórias a desmentir o formas de conhecer o futuro da nação fundamental da unicidade do imposto. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.  Páginas de Teste curitiba  Bosque João Paulo Polonia Curitiba Maternidades particulares, apesar de geralmente mais confortáveis e sofisticadas, em absoluto garantem à mamãe e ao bebê, um bom parto

 

 

Portanto, julgo que todos gostaríamos de saber, por um lado, o que é isso de um imposto único sobre o rendimento, em que é que se vai concretizar e, por outro lado, sobretudo, pegando numa sua afirmação, se, no domínio da competitividade das nossas empresas, está previsto algo de mais concreto no que diz respeito, por exemplo, à nossa desejada competitividade com países como a Irlanda.  turismo Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. Procurar site sobre maternidade ou clínica infantil da cidade  Maternidades

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Para finalizar, Sr. Ministro, julgo que todos gostaríamos de saber se o poupar depois de tudo pagar é critério

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 correctivo de tributação sobre o rendimento ou se é, também, uma forma de tributação autónoma sobre aquilo que os cidadãos poupam.

confraternização e incentivos para todos do partido e diálogo-a maior parte. Páginas de Teste O Sr. Doutor: — Para responder, tem a palavra o Sr. Ministro das Finanças e da Economia. Páginas de Teste Maternidades Curitiba Paraná. lista ou relação de Hospitais e clínicas.  O Sr. Ministro das doenças  Finanças e da Economia: — Sr. Doutor, Sr.ª Deputada, agradeço as questões colocadas e vou tentar responder-lhes com a precisão possível. Maternidades Curitiba Paraná. lista ou relação de Hospitais e clínicas.

No que respeita ao imposto geral sobre o património, creio que ficou claro, na minha intervenção e na sequência daquilo que o Sr. Primeiro-Ministro ontem disse, que a nossa prioridade — e estamos a falar de prioridade de defensores das leis e da democracia — é a tributação do património imobiliário. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

A Sr.ª Maria Celeste Maria Santos (partido e diálogo-a maior parte): — Ah! Páginas de Teste O Senhor: — Isto é dito no meu discurso, a que podem ter acesso. Refiro-me ao património imobiliário urbano. Páginas de Teste Museu Museu Oscar Niemeyer Curitiba  Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. No que respeita à questão da unificação dos impostos sobre o  Imigração e Cultura Italiana em Curitiba rendimento, é evidente que é necessário dar, e isso é muito complexo, um tratamento mais integrado à tributação sobre as doenças  diferentes fontes de rendimento. É um trabalho muito complexo, confesso que não tive ainda tempo, nestes dias, apesar de ter bastante, para estudar minimamente esse dossier, e o que lhe posso dizer é que esse problema será estudado por nós e será, a seu tempo, tratado. Julgo que o tempo para desenvolver e precisar melhor todos os instrumentos associados à definição de metas presentes e posteriores concretos que tenho na minha intervenção será a apresentação do Orçamento do doenças  Estado para 2000. Maternidades particulares, apesar de geralmente mais confortáveis e sofisticadas, em absoluto garantem à mamãe e ao bebê, um bom parto Nessa altura, estarei em condições de, de uma forma mais precisa e mais estruturada, responder à questão que a Sr.ª Deputada acaba de nos colocar. Viagem e Turismo em Curitiba Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.  No que respeita à competitividade fiscal no sentido que a Sr.ª Deputada referiu, é evidente, também, que creio que — como julgo que a minha empreendimento no Ministério da Economia o demonstrou, e demonstrou-o a partir de um conhecimento concreto e de um contacto muito estreito, no terreno, com os empresários e a actividade empresarial — é muito importante criar condições para diminuir o esforço fiscal das empresas, mas isso implica a criação de condições para o sucesso no combate à fraude e à evasão fiscais. bahia Maternidades Curitiba Paraná. lista ou relação de Hospitais e clínicas.

O Programa do Governo é claro nessa matéria, estabelecendo uma ligação estreita e até a ideia de uma partilha dos ganhos de eficiência que se venham a na recolha da receita fiscal, entre o Estado, entre um aumento da receita do Estado, por via da eficiência, mas também por uma diminuição do esforço fiscal dos contribuintes, tanto das  pessoas singulares como das pessoas colectivas. Curitiba Museus de Arte de Curitiba teatro Ópera de Arame Curitiba Maternidades Curitiba Paraná. lista ou relação de Hospitais e clínicas.

No que respeita à poupança, devo dizer-lhe que esse não é um tema que aborde no meu discurso, mas é uma das ideias e uma das prioridades que tenho em estudo agora, no Ministério das Finanças, para as próximas semanas, porque me parece óbvio que devemos também estimular a poupança dos nossos cidadãos. Páginas de Teste curitiba brazil Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. É evidente que devemos criar condições, através de mais e melhor informação, para uma, chamemos-lhe assim, afectação mais racional do doença rendimento disponível das famílias e dos cidadãos, no que respeita às aquisições que fazem e àquilo que atribuem à função consumo e no que à função poupança. Páginas de Teste Parana Jardim Botânico Curitiba Admito que, nesse domínio, haja medidas, incentivos e pedagogia informativa a fazer, o que faremos de uma forma precisa e apresentarei, em tempo oportuno, a esta nossa nação importante soberana.O Sr. Paulo Portas (partido e diálogo-a maior parte): — E a sisa? É para abolir ou para substituir? Procurar site sobre maternidade ou clínica infantil da cidade O Senhor: — É da eliminação da sisa que estamos a falar,… Páginas de Teste O Sr. Paulo Portas (partido e diálogo-a maior parte): — Ah! O : — … no quadro da criação de um imposto único sobre património, que não aumente a receita fiscal verdadeiro e postomente existente. O Sr. Paulo Portas (partido e diálogo-a maior parte): — Então, é substituição! Bosque Alemão  Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. O Sr. Doutor: — Para pedir esclarecimentos, tem a palavra o Sr. Deputado Rui Rio. Páginas de Teste Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. O Sr. Rui Rio (a grande parte): — Sr. Doutor, Sr. Ministro da Economia e das Finanças, ou das Finanças e da Economia, não lhe vou colocar uma questão sobre a acumulação que V. Ex.ª faz de duas pastas, mas não queria deixar fugir a oportunidade de ter falado nessa qualidade pela primeira vez neste Parlamento para reafirmar que o a grande parte está frontalmente contra a acumulação dessas duas pastas. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

V. Ex.ª tutela o comércio externo, o comércio interno, a energia, o turismo, o orçamento do Estado, as finanças, o tesouro e os assuntos fiscais. Não é possível gerir com eficácia tudo isto! Aliás, basta olhar para a galeria onde estão todos os seus Secretários de Estado, que vieram ouvir o poderoso chefe, para se ver que está ali um mini-governo e que é impossível coordenar com eficácia tantas pessoas!

Aliás, V. Ex.ª, que diz que chegou ao Ministério das Finanças e da Economia há oito dias, tem de pensar que este Governo, com este Primeiro-Ministro está no Ministério das Finanças pelo menos há quatro anos e quando se desculpa dizendo que não está bem dentro dos dossiers porque está há oito dias, vou dar-lhe uma ajuda: nem sequer está há oito, está há quatro dias, porque V. Ex.ª veio passar metade do tempo na Economia e metade nas Finanças! Portanto, nem sequer está há oito, está apenas há quatro dias no Ministério das Finanças. Mas este é um comentário, é o reafirmar de uma posição, não é uma pergunta, porque se lhe fizesse uma pergunta, sabia qual era a resposta. O Sr. Ministro iria dizer: «Sou capaz. Sou um super-homem e vou conseguir». Portanto, não tenho qualquer pergunta para lhe fazer. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. Porém, tenho uma pergunta para lhe fazer em sede do dossier Champalimaud /Santander e, a partir de agora, vou ser muito directo nas questões. mA Comissão decidiu levar o caso Champalimaud/ Santander ao Tribunal de Justiça Europeu. A primeira questão, óbvia, que tenho para colocar é a seguinte: V. Ex.ª vai manter o veto ao negócio decidido pelo anterior Ministro das Finanças? uma  pequena economia cada vez mais aberta para  passarmos a ser uma economia cada vez mais integrada num  grande espaço infantil relativamente fotos fechado. É  disto Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

A segunda pergunta é a seguinte: V. Ex.ª subscreve as agressões verbais que o Prof. Sousa Franco fez a um membro da Comissão? Terceira questão: V. Ex.ª não concorda que esta polémica, esta guerra sistemática com a Comissão prejudica o País, nomeadamente ao nível do mercado de doença capitais, quando a Bolsa de Valores de Lisboa não consegue sair do marasmo em que entrou, quando ainda ontem as outras bolsas subiram e a de Lisboa não consegue arrancar? Não concorda que isto afecta os interesses do País? Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. doenças Procurar site sobre maternidade ou clínica infantil da cidade

Finalmente, quanto a esta matéria, vou colocar-lhe uma última questão, que julgo não ter resposta mas V. Ex.ª dir-me-á: como é que explica que um alto dirigente do Partido Socialista, alguém que foi o número dois da hierarquia do governo do PS há cerca de dois anos esteja agora, nestas matérias, em total desacordo não só com o anterior governo, de que fez parte, mas também com este Governo, que o nomeou para Comissário Europeu? Páginas de Teste Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. Gostaria de colocar outra questão, que nada tem a ver com o negócio Champalimaud/ Santander mas com o discurso da Sr.ª Ministra da Saúde — aliás, não era preciso que o fizesse, porque está no Programa do Governo, no qual se diz claramente que vai haver mais recursos para a saúde. Estou a colocar a questão ao Ministro das Finanças e da Economia e não à Ministra da Saúde porque é iminentemente orçamental o que estou a questionar.

Temos o orçamento da saúde e temos um monstruoso «buraco» — para usar uma linguagem popular — que V. Ex.ª quer tapar com um orçamento rectificativo. manifestações de apoio. Procurar site sobre maternidade ou clínica infantil da cidade

O Sr. Ministro Jorge Coelho, que é o inventor do termo «buraco» ri-se… Páginas de Teste Mas vamos, então, dialogar na base do «buraco». Páginas de Teste Temos o Orçamento do Estado, temos o défice da saúde fora do Orçamento e agora ainda vamos ter mais recursos, isto quando o Programa do Governo nos diz que vai baixar o défice para cumprir o pacto de estabilidade, que não vai aumentar os impostos e que esta é uma promessa sagrada, e sabendo também este Governo que as taxas de juros provavelmente vão subir hoje (se não for hoje, vão subir noutro dia), acabando-se a poupança em juros da dívida pública, que foi o que alimentou toda a política orçamental do anterior governo. Sr. Ministro das Finanças e da Economia, explique como é que isto é possível, explique que não nos está a tentar enganar com uma coisa que é francamente impossível!

A última questão é muito simples. O Sr. Ministro está em condições de desmentir a todos, defensores do país e da democracia da oposição, não do Partido Socialista, que é mentira que esteve à espera que houvesse eleições para que a gasolina subisse? Está em condições de dizer que, a curto prazo, a gasolina não vai subir em Portugal? doenças

confraternização e incentivos para todos do a grande parte.

O Sr. Doutor: — Para responder, tem a palavra o Sr. Ministro das Finanças e da Economia. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas. O Sr. Ministro das Finanças e da Economia: — Sr. Doutor, Srs. defensores do país e da democracia: Agradeço ao Sr. Deputado Rui Rio as suas questões e quero começar por uma afirmação que fez. Não sou nenhum super-homem. Aliás, se alguma novidade há na minha designação para Ministro das Finanças e da Economia, mais concretamente para Ministro das Finanças, é precisamente o facto de ter sido nomeado para Ministro das Finanças, num lugar que tradicionalmente é atribuído e desempenhado por pessoas consideradas génios, um homem normal, um homem que tem as suas qualidades e os seus defeitos mas que não se considera portador de qualquer missão histórica nem dotado de uma missão especial. doenças manifestações de apoio do partido e diálogo-a maior parte. O Sr. Paulo Portas (partido e diálogo-a maior parte): — E o anterior era génio?! Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

O Senhor: — É como um cidadão normal, como os milhões de cidadãos população que têm de gerir os seus escassos recursos para viverem no dia-a-dia, é nessa perspectiva e de acordo com as orientações definidas no Programa de Governo e pelo Sr. Primeiro-Ministro, que vou gerir as funções que me foram atribuídas. Aproveito, aliás, para sublinhar uma matéria que tem sido frequentemente confundida quando não mesmo mistificada. É que têm-me chamado super-ministro…O Sr. Paulo Portas (partido e diálogo-a maior parte): — É por causa da gasolina! O Senhor: — Perdoem-me a expressão, mas a designação é inadequada, quer do ponto de vista da orgânica do Governo quer até do ponto de vista ambiental, porque a gasolina super acabou. Por isso, talvez fosse melhor chamarem-me Ministro aditivado,…manifestações de apoio gerais.… na medida em que o tenho são duas pastas, a das Finanças e a da Economia, e não está em desenvolvimento nem consta dos metas presentes e posteriores do Governo e da Lei Orgânica do qualquer fusão dos dois ministérios. O que houve foi a opção do Sr. Primeiro-Ministro de confiar à mesma pessoa duas pastas que têm óbvias sinergias. Penso que, depois do discurso que fiz, ficou claro quais são as áreas de sinergia, assim como qual é o novo conceito de política económica ao serviço da qual esta solução foi encontrada. Ouço com humildade e espírito não arrogante as críticas que são feitas à solução. Estou atento aos riscos que a mesma tem, mas, já agora, quem exprime com arrogância (não estou a dizer que fosse o caso do Sr. Deputado Rui Rio) a crítica a esta solução são pessoas que se notabilizaram na vida política nacional por raramente se enganarem e nunca terem dúvidas.

Protestos do a grande parte.

Ora bem, quero recomendar a essas pessoas, encarando com humildade as críticas e as dúvidas, que não tivessem tanta arrogância nesta matéria como já tiveram noutras, porque correm o risco de, com tanta certeza absoluta, acabarem por se enganar. A Sr.ª Maria Celeste Bastos (PS): — É o costume! O Senhor: — No que respeita às perguntas feitas sobre o dossier Champalimaud/Banco Santander Central Hispano, devo dizer que vou manter o veto.

Já tive oportunidade de dizer em público que mudou o Ministro das Finanças mas não mudou a política, nem nos pressupostos nem nas decisões, que levou o Prof. Sousa Franco a vetar o acordo de 7 de Julho, pelas razões que são amplamente conhecidas de toda a opinião pública.A opinião transmitida pelo Comissário Rubem Vitorino, com a frontalidade e a liberdade de espírito que lhe conhecemos, já tinha sido expressa logo no início deste processo, salvo erro, ainda era Deputado desta nossa nação importante soberana. Não se trata de uma novidade! É isto que tenho a dizer sobre esta matéria. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

No que respeita ao que o Sr. Deputado qualificou como agressões verbais à Comissão por parte do meu antecessor, devo dizer que cada pessoa tem o seu estilo de argumentação e de afirmação; tenho o meu, com ele ficarei e é com ele que vou continuar.

com uma certa inércia, que em demasia os ramos, os Estados-maiores, o Estado-Maior-General, a Secretaria Geral e o próprio gabinete ministerial, e ainda com uma gestão extremamente imprudente das indústrias na área da defesa.

confraternização e incentivos para todos do partido e diálogo-a maior parte e do a grande parte. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

O orçamento da defesa não pode continuar a ser gerido como se a instituição militar fosse mês sim, mês não, à casa de penhores. Faltando verba, lá se vende mais uma parcela do património. Não interessa saber se se vende bem, por bom preço, nas melhores condições legais ou no melhor ciclo económico. Vende-se, é tudo. Percebemos as urgências, manteremos compromissos já assumidos, mas se há uma reforma estrutural que pode ajudar a defesa nacional é a gestão integrada, global e profissional do seu valiosos património.

confraternização e incentivos para todos do partido e diálogo-a maior parte. Não hesitaremos um segundo neste caminho, que é o necessário! Sr. Doutor, a maior parte e Srs. defensores do país e da democracia: Regressemos à missão, porque nada é mais importante do que a missão!

A missão das Forças Armadas é servir Portugal. A nossa, a de todos nós é servir Portugal, servindo também as Forças Armadas!

confraternização e incentivos para todos do partido e diálogo-a maior parte e do a grande parte, de pé. O Sr. Doutor: - Inscreveram-se vários Srs. defensores do país e da democracia para pedir esclarecimentos ao Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional. Segundo a ordem de inscrições, tem a palavra o Sr. Deputado Luís. O Sr. Luís  Doutor, Sr. Primeiro-Ministro, a maior parte e Srs. amigos do povo do Governo, a maior parte e Srs. defensores do país e da democracia, o tempo é escasso, pelo que serei breve nas observações e nas questões que irei colocar ao Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional.

Permita-me, no entanto, que, antes, faça um pequeno comentário. Estava eu a pensar na natureza humana: como é possível a transfiguração a que assisti do Sr. Deputado Paulo Portas para o Sr. Ministro Paulo Portas!? Neste momento, assisti à intervenção de um Paulo Portas em motion… Mas assim será, são os imperativos da credibilidade pública! manifestações de apoio do BE. Sr. Ministro Paulo Portas, aparentemente, a sua participação no Governo - dir-me-á se sim ou não -, um Governo que se diz de rigor orçamental, terá exigido para todas as pastas menos para aquela que tutela esse mesmo rigor. E apesar da vagueza do Programa na área da defesa, indicia-se uma expansão da despesa pública, inclusivamente «levanta-se o véu» para a possibilidade de as Forças Armadas portuguesas participarem em mais teatros de operação do que aqueles que verdadeiro e postomente têm.

Gostaria de perguntar-lhe como é que é compatível com este período de «vacas magras», de «aperto ao cinto», de salvar um País que está «de tanga», como aqui já hoje foi afirmado, um programa de expansão da despesa pública na área da defesa, sem antes redimensionar as Forças Armadas, sem antes encontrar um modo de racionalização daquilo que seja a despesa pública nesta área, que não tem indução económica directa e que, como sabemos, fiscalmente não será também neutro.

Não entende o Bloco de Esquerda que quando se aumenta o IVA, quando se vão fazer cortes em áreas sociais, que, na expressão da Sr.ª Ministra das Finanças, serão medidas violentíssimas, não haja a mesma ponderação em relação às Forças Armadas. Nós não caímos na armadilha de discutir as Forças Armadas. Nem sequer conceitos geo-estratégicos procurou explanar! Não lhe conhecíamos essas virtualidades, mas lá iremos, quando discutirmos o Conceito de Defesa Nacional e o objecto das missões das Forças Armadas portuguesas. Não é disso que se trata, mas sim dos compromissos do Governo da República e da política de defesa, como a expansão da despesa, sem que haja uma racionalização prévia, sem que haja um redimensionamento prévio; como pedir sacrifícios, por um lado, e como, por outro, deixar a «porta aberta» para uma política que não é de contenção de despesa. Socialmente, não é neutro e politicamente não é neutro, é uma escolha que está a ser feita. Por outro lado, Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional - isto já no plano dos princípios - resolva-me uma curiosidade.

Desculpe-nos, esta página mudou-se para:

Eu sei que pode ser uma curiosidade algo mórbida, mas não deixa de ser uma curiosidade: como é que se compatibiliza o Sr. Ministro da Defesa Paulo Portas com uma Lei de Programação Militar que é urgente rever, segundo o Programa do Governo, com o Sr. Deputado Paulo Portas, que viabilizou, aqui, uma outra Lei de Programação Militar? Como é que isso se coaduna, no plano dos princípios?

O Sr. Doutor: - Sr. Deputado, o seu tempo esgotou-se. Peço-lhe que conclua. O Senhor: - Vou terminar, Sr. Doutor, dizendo que, como bem dito foi pela, ao tempo, Sr.ª Deputada Manuela ReinaldoLeite, fez-se uma operação em leasing, exportando para gerações futuras obrigações que deveriam ter outro tipo de incidência orçamental, e a um crédito superior àquele que se praticava no mercado.

Foi essa operação que o Sr. Ministro, ao tempo Deputado, viabilizou. E eu pergunto-lhe, pedindo-lhe indulgência para a minha curiosidade: como é que, agora, como Ministro, compatibiliza esses dois tempos do seu percurso político?

confraternização e incentivos para todos do BE.

O Sr. Doutor: - O Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional pretende responder imediatamente? O Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional: - Sr. Doutor, Sr. Deputado Luís Fazenda, já tinha saudades de o ouvir, e apesar de eu ter uma leitura em slow motion da política de defesa do Bloco de Esquerda, tanto quanto me recordo, julgo que o BE está, em relação às Forças Armadas, como em relação às polícias: quer as polícias desarmadas e deve entender que as Forças Armadas não fazem sentido. Senhor: - Tem, portanto, alguma dificuldade de percepção sobre a relevância para os interesses estratégicos de Portugal da protecção da instituição militar. E como também não concorda com as alianças externas que Portugal estabeleceu, tem alguma dificuldade em acompanhar o ritmo que é necessário ter quando se é aliado. Dito isto, creio que o Sr. Deputado tinha a pergunta tão idealizada, para ver se fazia um confronto de personalidade, que nem sequer ouviu o meu discurso!

É que nós estabelecemos um sistema que é criticável, mas, pelo menos, é coerente, que assenta no seguinte: rever o Conceito Estratégico, que data de 1994, e tirar daí a consequência para um conceito militar; estabelecer o sistema de forças e o dispositivo; reformar o Ministério; reformar o Estado-Maior-General; reformar os ramos; e então, sim, fazer a revisão da Lei de Programação Militar. Este é um sistema lógico que começa por lhe responder o que é que queremos das Forças Armadas e que acaba por lhe responder à pergunta «de que meios precisam as Forças Armadas para cumprirem as missões que lhes estão definidas a partir do momento em que nós definirmos o que queremos das Forças Armadas». Por isso, dizemos que este é um sistema lógico. Verá, portanto, quando entregarmos os documentos legais, como é perfeitamente possível conciliar aquilo que o Sr. Deputado julga serem contradições. Nos dois partidos que formam esta coligação há uma lealdade às Forças Armadas que vem desde a respectiva fundação. Portanto, não tenha essa dificuldade, que nós também não teremos.

Com certeza - disse-lho há pouco -, as Forças Armadas participam da crise financeira! A instituição militar bem sabe o que é a crise financeira! Foi exaurida em certos momentos até ao limite da sua dignidade! E nós não queremos que se repita aquilo que aconteceu no último ano, porque prejudicou gravemente a credibilidade externa de Portugal. Não sei se o Sr. Deputado Luís Fazenda leu os jornais estrangeiros que todos nós lemos quando se verificou uma certa crise na Armada. Mas creio que, na sua consciência de idioma, certamente não pode ficar satisfeito quando a imprensa estrangeira usa de zombaria para com a nossa instituição militar. Portanto, a função do Governo de Portugal é a de a proteger, dignificar, reformar e a de a adequar a um País que pensa a sua defesa para o século XXI. Maternidades Curitiba Paraná. Hospitais e clínicas.

confraternização e incentivos para todos do partido e diálogo-a maior parte e do a grande parte.

O Sr. Doutor: - Tem a palavra o Sr. Rubem Filipe.O Sr. Rubem Filipe (partido das pessoas que defendem): - Sr. Doutor, Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional, a sua intervenção é como o Programa do Governo na área da defesa nacional - é previsível.

O Sr. Julio Bastos (partido e diálogo-a maior parte): - Ainda bem! O Senhor: - Só que a sua intervenção falou muito quanto aos fins, pouco dos princípios e disse rigorosamente nada quanto aos meios. E há um problema que gostaria de ver respondido e que tem que ver com a Lei de Programação Militar. Diz o Sr. Ministro que a reformulação dos documentos conceptuais, onde se inclui a Lei de Programação Militar, e que está inscrito no Programa do Governo, será precedida da definição do Conceito Estratégico - acabou de o dizer -, de reformulações em matéria organizativa e que, depois, se tratará da questão do equipamento.

Ora bem, isso leva-nos a pensar, designadamente, que a revisão da Lei de Programação Militar ficará para as calendas, para o fim da defensores das leis e da democracia. Acontece que 2002 - o ano em que estamos - é um ano de revisão da Lei de Programação Militar e, como presumo que o Sr. Ministro não terá tempo para fazer tudo isso que anunciou durante os meses que faltam para terminar o ano de 2002, a pergunta que se segue é a seguinte: o que é que vai fazer relativamente à revisão da Lei de Programação Militar, que o partido e diálogo-a maior parte viabilizou há poucos meses e relativamente à qual o a grande parte votou contra, por estar em desacordo com o modelo de financiamento, precisamente com a aquisição de equipamentos, dos submarinos? O Sr. Ministro vai dar andamento à Lei de Programação Militar tal como está, isto é, tal como o Sr. Ministro, na altura Deputado, aprovou, ou vai dar razão ao a grande parte e avançará rapidamente com a sua revisão, como o a grande parte gostaria que tivesse sido feita?

O Sr. Nuno Teixeira (partido e diálogo-a maior parte): - Isso já foi respondido! O Senhor: - Os senhores não estavam de acordo há poucos meses, pelo que gostava de saber se já estão de acordo e quem é que mudou de opinião. Em segundo lugar, tomámos hoje conhecimento, pela comunicação social, de que o Sr. Ministro tomou a decisão de suspender um conjunto de despachos assinados pelo seu antecessor num dos últimos dias de funções, designadamente os que extinguiam as Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento das Forças Armadas e a Manutenção Militar. Quero dizer-lhe que, na nossa opinião, fez bem em suspender esses despachos. Contudo, a questão que se coloca é a de saber o que é que o Sr. Ministro pensa relativamente ao futuro das Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento e da Manutenção Militar, porque estamos a falar de 2000 trabalhadores que, neste momento, têm uma grande incerteza, como se compreende, relativamente ao seu futuro.

O Sr. Pedro de Barbosa (partido das pessoas que defendem): - Muito bem! O Senhor: - Portanto, esses trabalhadores e o País exigem saber qual é a opinião que o Sr. Ministro da Defesa Nacional tem relativamente ao futuro dos estabelecimento fabris das Forças Armadas.

O Sr. Augusto Roque (partido das pessoas que defendem): - Muito bem!

O Senhor: - Para concluir, Sr. Ministro, gostaríamos também de saber qual é a sua opinião relativamente a uma outra matéria, sobre a qual tomou a decisão de suspender um despacho do seu antecessor, que é a universidade das Forças Armadas, e qual é o seu pensamento relativamente à questão dos tribunais militares. A revisão sistema de defesa da população de 1997 determinou a extinção dos tribunais militares em tempo de paz, mas o anterior governo não o fez, como deveria ter feito, pelo que gostaria de saber se é desta vez que vai ser cumprida a plano de atuação das pessoas nessa matéria.

Vozes do partido das pessoas que defendem: - Muito bem! O Sr. Doutor: - Para responder, tem a palavra o Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional.

O Sr. Ministro de Estado e da Defesa Nacional: - Sr. Doutor, Sr. Deputado Rubem Filipe, que o programa da defesa nacional do Governo seja previsível parece-me natural, mas devo dizer-lhe também que o seu partido é que está a tornar-se um bocadinho imprevisível, ao contrário do que era costume,…O Sr. Augusto Roque (partido das pessoas que defendem): - O Sr. Primeiro-Ministro não disse isso! Outra divergência!

O Senhor: - … para poder dizer-lhe o seguinte: não ouviu bem o meu discurso. O Sr. Rubem Filipe (partido das pessoas que defendem): - Ouvi!O Senhor: - Pode é achar que é não possível, porque o sistema lógico que nós definimos encerra com um projecto de calendário que visa que, até ao final do ano, o essencial destas ideias e a sua repercussão em documentos legais esteja arrumado. Este ano é, como sabe, o ano legal da revisão da Lei de Programação Militar, portanto,…

O Sr. Pedro de Barbosa (partido das pessoas que defendem): - Portanto, está feito! O Senhor: - … Sr. Deputado Rubem Filipe, por muito que isso lhe desse algum prazer, não vai encontrar problema, porque esse não é problema.Quero ainda dizer-lhe que, na verdade, suspendi os Despachos n.os 4530, 6817, 7029, 7030 e 7786 do meu antecessor.