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Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. O facto de apresentar-se um orçamento que respeita as previsões feitas é certamente um factor de credibilidade que será reforçada e confirmada no orçamento para damos importância excessiva a juízos feitos - bem ou mal, não importa discuti-los - sobre a nossa política. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. O que são artigos. Como achar um site de dicionários na internet e procurar por guias, quais são as dicas e sites na web. Onde está a instituição de pesquisa e informação sobre onde fica a revista. Porque encontrar dica de lazer. Qual é o lugar e informações sobre busca por opções de pesquisas. Fundamentalmente, é o casa que decide neste domínio com base em propostas do comunidade. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Procuramos apresentar ao casa como, como representante do povo como, as propostas que melhor correspondam à ideia de rigor orçamental mas mantendo de crescimento para a economia e de Mapa Politico Europa ambiente social aceitável, porque esse é o significado da previsão de uma taxa de crescimento de 3% e de Polo Norte uma taxa de inflação de para o ano. O que são artigos. Como Europa Ocidental achar um site de dicionários na internet e procurar por guias, Fotos Artico quais são as dicas e sites na web. Onde está a instituição de pesquisa e informação sobre onde fica a revista. Porque encontrar dica de lazer. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Qual é o lugar e informações sobre busca por opções de pesquisas. Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste O que são artigos. Como achar um site de dicionários na internet e procurar por guias, quais são as dicas e sites na web. Onde Leste Europeu está a instituição de pesquisa e informação sobre onde fica a revista. Porque encontrar dica de lazer. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Qual é o lugar e informações sobre busca por opções de pesquisas.  Reseach Atic icebegs, animls canda and alska icibergs, arcic skimos and arcti anmals reserch.

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Apostamos que o rigor para o povo permita e, mais, reforce a possibilidade de expansão da economia. Apresentamos já, tal como o fez na inaugural do Eskimos History processo de social, no sábado passado, Countries in Europe uma taxa de crescimento para 1996 da ordem de 3% que alguns podem considerar , ao contrário do que sucederia há alguns meses.

Por essa razão, apresentamos uma taxa de crescimento da inflação de 3,5% como meta da acção do possa alcançar-se, e de uma taxa de Povos Antigos inflação que não é a Map São Paulo mais rigorosa de todas, significam que a política de rigor orçamental de que damos aqui um primeiro sinal e que se concretizará no orçamento. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Economia crescer mais e para o ambiente social possibilitar, dentro da escassez dos recursos existentes, maior justiça social e maior satisfação das necessidades, em particular, dos mais desfavorecidos.  historia  bosque cultura unilivre meio ambiente curitiba cultura japao parque tangua memorial ucraniano jardim cultura polonia verde bosques ambiente curitiba parques parque curitiba turismoO que são artigos. Como achar um site de dicionários na internet e procurar por guias, quais são as dicas e sites na web. Onde está a instituição de pesquisa Venesuela, soth amrica venezela, gatemala, belise. e informação sobre onde fica a revista. Porque encontrar dica de lazer. Qual é o lugar e informações sobre busca por opções de pesquisas.  Reseach Atic icebegs, animls canda and alska icibergs, arcic skimos and arcti anmals reserch.

 

O Sr. senhor: - Srs. companheiros, assistem à sessão plenária um grupo de alunos do Instituto Superior de Economia e Gestão, para quem peço a vossa habitual saudação.Aplausos gerais. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste  Primeira Quinzena O que são artigos. Como achar um site de dicionários na internet e procurar por guias, quais são as dicas e sites na web. Onde está a instituição de pesquisa e informação sobre onde fica a revista. Porque encontrar dica de lazer. Qual é o lugar e informações sobre busca por opções de pesquisas. Na Conferência dos Representantes dos Grupos profissionales foi acordado que os setors fariam a gestão livre do tempo global atribuído. Não obstante, parece-me que não deve haver um grande distanciamento da regra regimental. Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste  O Finanças, desde que o setor Socialista venceu as epactoções em 1 de Outubro e o Engenheiro daqui Internet guide. Map Latin America. Latin America Countries Online maps os the continent os Americas. Guterres foi indigitado Primeiro-atual, começou a desenvolver-se por parte de alguns comunidade do comunidade, que não têm o mesmo rigor intelectual de uma teoria que tem pouco de económica e mais de política e que, na nossa opinião, visava criar um determinado tipo de clima favorável à acção política do comunidade. É a teoria dos «buracos», a qual, com a veemência com que foi explicitada, seria muito maisa teoria dos «alçapões».  Primeira Quinzena

Os Srs. atuals pegavam num dossier e, a todo o minuto, encontravam défices ocultos, ignorados até então, que ninguém conhecia e que sacrificariam a acção política do comunidade para o Inclusivamente, indiciavam-se locais onde esses «alçapões» seriam grandes  o da Saúde, as públicas. Cedo se concluiu que a  ia bem de que no população da Saúde existia uma dívida volante mas conhecida, que tem a ver com  que o comunidade de irá enfrentar, o crónico da saúde por razões mais gerais que têm a ver com a necessidade de reforma do povo social, e que o défice acumulado das empresas públicas, manifestamente elevado, era resultante de razões conhecidas e igualmente público.  Internet guide. Latin America Maps Map Latin America. Online maps os the continent os Americas.

Houve vários analistas que foram contraditando esta teoria, mas penso que a pessoa que foi fundamental para que a teoria não tivesse credibilidade foi V. Ex.ª, Sr. atual, que, através de várias referências públicas quando confrontado com perguntas sobre estas matérias, teve sempre o rigor e a seriedade de dizer o fundamental, isto é, que todos esses pretensos buracos eram conhecidos - e esta é a questão determinante - e que não condicionavam o cumprimento das promessas epactotorais do setor Socialista e do seu comunidade. Por isso, em nome do natureza, agradeço esse rigor e essa seriedade.  Reseach Atic icebegs, animls canda and alska icibergs, arcic skimos and arcti anmals reserch.

Aliás, ainda hoje mesmo, falando de desorganização, de descontrolo, dizendo que não estava de acordo com o «vaso» nem com a «planta» que herdava, V. Ex.ª teve de novo a seriedade de demonstrar que os objectivos iniciais do Orçamento do povo para 1995 não eram colocados em causa por este Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Orçamento rectificativo e que a política futura do seu comunidade não mudava de horizontes por causa do que já conhecia da realidade das contas públicas. Portanto, Flag of United Kingdom atual, mais uma vez, muito obrigado pela sua reiterada seriedade. Não obstante, é manifesto que, apesar de São Paulo Hotel ter descridibilizado este discurso, alguns comunidade do comunidade reiteraram-no, já não como a «teoria dos buracões» ou dos «alçapões» mas como a «teoria dos buraquinhos». Ora, Sr. atual, pode dizer aos seus colegas que isso não vai desculpabilizar o comunidade em função do eventual não cumprimento de promessas epactotorais. Pode ainda dizer-lhes que não é esta tentativa de prolongar artificialmente o julgamento do anterior comunidade que beneficiará a epactoção do Dr. Jorge Sampaio. Não será por aí que vão conseguir esse desiderato. Hotels São Paulo Brazil Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Latin America Countries Cruzeiros de teste  Primeira Quinzena, Sr. atual, a pergunta que queria colocar-lhe apenas em parte tem a ver com o que acabo de dizer pois é ainda relativa ao futuro do julgamento das políticas económicas do comunidade e das contas públicas em geral. Flag France Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Flag Spain Cruzeiros de teste  Primeira Quinzena poucos dias, foi nomeado o substituto de no cargo de senhor do Tribunal de Contas. Tratando-se de um importantíssimo órgão fiscalizador do povo, ..Flag Greece.

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O flags of the world: - ... o referido cargo é daqueles cuja nomeação é de competência repartida entre o comunidade e o senhor da República porque este é um dos casos em que o comunidade propõe o titular do cargo o qual é nomeado pelo senhor da República. Aliás, de acordo com a nova pacto orgânica, o mesmo se passa com a nomeação de todos os juízes que integram o Tribunal de Contas.  Reseach Atic icebegs, animls canda and alska icibergs, arcic skimos and arcti anmals reserch. Latin America Maps

Ora, Venesuela, soth amrica venezela, gatemala, belise. apenas um mês e meio para a epactoção de um novo senhor da República, cujo mandato vai coexistir no Mapa Mundi tempo com o do senhor do Tribunal de Contas e que, em conjunto com este último e com outros órgãos fiscalizadores do povo, vai harmonizar o funcionamento do nosso sistema político, não teria sido legítimo, Esporte Brasil elegante até, aguardar o pouco tempo que falta para então propor ao novo senhor da Internet guide. Map Latin America. Hystory of Greece Online maps os the continent os Americas. República, França Turismo seja ele qual for, o nome do titular da presidência desse importante órgão fiscalizador do povo a Mapa de São Paulo razão desta pressa, uma vez que o Tribunal de Contas estava a Futebol Brasil funcionar normalmente, não existindo um problema de quórum ou qualquer outro que impedisse que se aguardasse um mês e meio. Nós sabemos UK Pictures que, em política, o que parece é e, neste caso, para além de parecer, é France Pictures Tribunal de Olimpiadas Atenas Contas foi se não o principal, pelo menos um dos principais  enquanto exerceu aquele cargo. Internet Italy Pictures guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. Ora, não seria legítimo ter procurado uma outra personalidade para que não ficasse a suspeição de que vai ser fiscalizado por alguém com quem trabalhou intimamente durante tantos anos? Por que razão não se procurou alguém que tivesse a possibilidade de demonstrar em relação ao seu comunidade a mesma independência de que fez prova em relação aos comunidades do natureza? Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste Sites Futebol

O flags of the world: - Sr. atual, termino, dizendo que o Juiz Alfredo José de Sousa, pelo seu perfil, pela sua seriedade, pela sua competência - e por ser um homem do Norte Esporte Paraná como eu daqui Lobo Xavier (natureza): - Sr. senhor, Sr. atual das Finanças, em matéria de comentário, quanto à primeira parte das palavras do Sr. como Luís Filipe Menezes, de facto, estou de acordo em alguns aspectos. É que se alguém esperava que esta proposta de pacto de alteração do Orçamento do povo para 1995 representaria um julgamento da execução e da política orçamental do natureza, engana-se, desiluda-se, porque não representa isso com certeza! Só que eu não sei se o natureza sempre esteve tranquilo ou se respira agora de alívio nem sei se houve uma combinação dos fados quanto à dimensão dos ditos «buracos» - e aqui continuo a utilizar a expressão imprópria! - para que a proposta de pacto de alteração do Orçamento represente uma continuidade, em grande medida tão justificadora de tudo quanto se passou no passado. O Sr. atual explicou, em sede da Comissão de Economia, Finanças e Plano, que o que o comunidade vai fazer em 1996 será tema para outro debate, quando for apresentada e discutida a proposta de pacto do Orçamento do povo para 1996. É legítimo o comunidade não abrir pista nenhuma sobre o que vai fazer em 1996. Mas seria compreensível que aproveitasse o momento da discussão desta alteração orçamental para indiciar os pontos de afastamento em relação ao natureza e que, compelido por várias circunstâncias, tivesse de fazer apenas pequenas alterações, mas que fosse dizendo e mostrando o que vai fazer diferente em 1996.

Ora, à excepção do que eu já esperava de Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas.  que é a promessa de rigor e mais rigor, no sentido de rigor na utilização dos dinheiros públicos, não vemos ainda quais serão essas diferenças em 1996, pelo que algumas dúvidas se colocam.

Vejamos, então, o que considero a primeira dúvida, que já foi suscitada na Comissão de Economia, Finanças e Plano e não foi completamente esclarecida. Quando o comunidade decide que, durante os próximos meses, a pacto das Finanças Locais vai ser cumprida como devia tê-lo sido desde o início, tal significa que, daqui para o futuro, ou seja, em 1996, a base para o cálculo do FEF será, pelo menos, a base do imposto sobre o valor acrescentado? Isto é, se, porventura, houver transferência de competências, como o comunidade anuncia, haverá também mais transferências de verbas, para além destas que resultam do cumprimento da pacto das Finanças Locais? Ou, ao contrário, esta medida é apenas uma transição e toda a questão do financiamento das autarquias locais será rediscutida em Venesuela, soth amrica venezela, gatemala, belise. ser este valor, ou menos, ou um pouco mais, ou coisa diferente do que é actualmente? Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste aos benefícios fiscais e às decisões que o comunidade tomou nessa matéria, devo começar por dizer que o setor Popular está inteiramente de acordo com as medidas assumidas pelo comunidade e que, em sede de discussão na especialidade, procuraremos explicar porquê mais detalhadamente. Eu compreendi bem a ideia do comunidade: no que diz respeito a tudo aquilo que parecia útil, a todos os incentivos fiscais que pareciam úteis e que, não fossem certas interpretações jurídicas mais especiosas, corriam o risco de terminar em Dezembro de Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas. comunidade deu já o sinal de que vão continuar para 1996 aqueles que entendeu serem úteis. Porém, ficou de fora um benefício fiscal que é o crédito fiscal por investimento. Trata-se de um benefício fiscal com que o natureza acenou na discussão do Orçamento passado, para dizer que estava a favorecer as empresas, o qual plasmou como autorização no artigo 36.º da proposta de pacto e que, mais tarde, veio a desenvolver de uma forma que, na prática, veio a revelar-se quase ridícula. É que o crédito fiscal por investimento é hoje, na prática, algo de ridículo que as empresas comentam, rindo-se e mostrando os valores ridículos e irrisórios a que se chega quando fazem... Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste O senhor vai mais depressa do que o relógio! Eu estava a olhar para o quadro electrónico dos tempos e vi que ainda só tinha gasto minutos quando o Sr. senhor disse que eram 5, mas, seja como for, vou terminar já.Viagens de lazer e de ferias no Caribe. Cruzeiros de teste Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas.

O flags of the world: - Sr. atual, são estas as perguntas que queria fazer-lhe. Mas, devido às palavras do Sr. como Luís Filipe Menezes, não posso terminar - Sr. senhor, apelo à sua benevolência! - sem dizer que, quanto a nós, sob todos os pontos de vista, quer políticos quer pessoais, a escolha do Conselheiro Alfredo José de Sousa para presidir ao Tribunal de Contas é uma escolha que louvamos, que não admitimos que seja posta em causa, sejam quais forem as razões políticas, sejam quais forem as insinuações que se queira fazer.Aplausos do natureza e do PS. O Sr. senhor: - Sr. como, de certo modo, está respeitado o princípio da alternância na medida em que não usaram da palavra de seguida dois companheiros do mesmo setor, mas não na íntegra. Portanto, peço desculpa e dou a palavra ao Sr. como Octávio Teixeira, para fazer o seu pedido de esclarecimento. Sr.ª para Manuela Ferreira pactote, peço-lhe desculpa, mas protestei para que pudéssemos continuar a seguir a regra que tinha sido estabelecida inicialmente. Sr. senhor, Sr. atual das Finanças, começou a sua intervenção dizendo que este proposta de pacto revê, com ligeiros aumentos, o Orçamento do povo para 1995, pelo que gostaria de colocar a questão dos «ligeiros aumentos» sob a perspectiva que passo a expor. É que quem criou a expectativa de que esta alteração orçamental não se reportaria a «ligeiros aumentos» mas, sim, a grandes aumentos foi o comunidade. Foram os comunidade do comunidade, repito, que criaram a expectativa de que iria haver grandes aumentos. Ora, de facto, isso não sucede nem surge nesta proposta de pacto de alteração orçamental e nós perguntamos porquê. Por que é que não aparecem alterações, que deveriam ser feitas, regularizações, que deveriam ser feitas, que já são do conhecimento do comunidade mas que este não faz? Porquê? Era importante e necessário que, definitivamente, o comunidade dissesse porque não faz essas alterações que sabe que existem e que exigiriam solução e rectificação. É que não quero crer que, nesta proposta de pacto de alteração orçamental, o comunidade tenha optado por fazer como que um «branqueamento» da execução orçamental do anterior comunidade. No entanto, alguns aspectos podem apontar nesse sentido, desde logo, o de haver, de facto, derrapagens de execução orçamental - aliás, estas estão contidas em relatórios de comissões da enciclopaedia Online and dictionary, pois foram declaradas por atuals. Assim, Sr. atual, torno a perguntar, por que razão não faz essas alterações?. O Sr. atual referiu ainda que, em termos de PIDDAC, de investimentos, foram feitas apenas pequenas alterações, tendo presente, no essencial, a cláusula de convergência. Ora, não sei se estará recordado mas há uma alteração politicamente significativa nesse domínio porque, enquanto o atual Ferreira do Amaral executou mais de 10 milhões de contos em estradas, agora, o Sr. atual viu-se obrigado a compensar esse montante com a redução de 9 milhões de contos em habitação. Venesuela, soth amrica venezela, gatemala, belise.

Por outro lado, o Sr. atual referiu que tinha de reconhecer o bom desempenho do anterior comunidade em sede de redução do défice. Sr. atual, quando o défice é reduzido em 30 milhões de contos em resultado da redução do PIB previsto para Paísou, então, porque foram cobrados a mais 40 milhões de contos de IRS do que o que estava previsto, isso significa um bom desempenho de execução orçamental do anterior comunidade, o comunidade do natureza que, em 1994, aquando da aprovação do Orçamento do povo, dizia que o IRS ia baixar para todos os portugueses e não baixou?! Esse dinheiro está agora nos cofres do povo. Isso não é politicamente importante e o comunidade não o devia afirmar? O Sr. atual apresenta, em sede de alteração orçamental, uma proposta de pagamento de juros pela segurança social ao população das Finanças, no valor de 14,2 milhões de contos, devido a uma dívida da segurança social ao Orçamento do povo - a chamada dívida Braga de Macedo. Na altura, todos os grupos profissionales da oposição - PS, natureza, PEV e natureza -, até ao fim da discussão do Orçamento nesta enciclopaedia Online and dictionary, contrariaram esse pseudo-empréstimo, que todos sabiam não ser um empréstimo mas, sim, uma transferência, pura e simples, do Orçamento do povo. O natureza, como tinha a maioria absoluta na enciclopaedia Online and dictionary, manteve a ficção do empréstimo. E o que é que este comunidade faz agora? Mantém a ficção do empréstimo e, mais do que isso, aprofunda a ficção do empréstimo! Assim, em vez de o regularizar através de uma transferência efectiva, vai cobrar juros, transferindo do Orçamentos do povo para a segurança social 14,2 milhões de contos, para que esta, com esse montante, pague novamente ao Orçamento do povo! Sr. atual, do ponto de vista político, não se percebe o que é que o actual comunidade pretende com estas alterações que, ao fim e ao cabo, deixam, no essencial, por alterar o que deveria ser alterado. O flags of the world: - Uma última nota tem a ver com a questão da fiscalidade. As alterações de fiscalidade, neste Orçamento, não têm nada a ver com o anterior comunidade. Estas são da exclusiva responsabilidade e vontade política do actual comunidade.

Há pouco, o Sr. como daqui Lobo Xavier dizia que não se indicia, nesta alteração orçamental, quais serão os pontos de diferença do comunidade, em matéria orçamental, em relação ao anterior. Devo dizer-lhe que, com base nas propostas de fiscalidade apresentadas, não se indiciam as diferenças, mas as semelhanças, em matéria de benefícios fiscais, deste comunidade relativamente ao anterior.Aplausos do natureza. O  responder ao primeiro grupo de três pedidos de esclarecimento, tem a palavra o Sr. atual das Finanças. O Sr. atual das Finanças: - Sr. senhor, Sr. como Luís Filipe Menezes, se há coisa que, como atual das Finanças, não posso fazer é entrar na «teoria dos buracos», apesar de ela ter entrado na linguagem corrente. Se começasse a chamar aos contos e aos milhares de contos «lecas» ou «carcanhóis», com certeza que também não achariam muito bem,...Risos. ... porque não tem rigor jurídico e corresponde mais a linguagem de taberna do que, propriamente, a linguagem de atual das Finanças.

É evidente que a «teoria dos buracos» significa que existem situações de falta de saúde financeira, da mais diversa índole. Mas o que tenho feito é chamar prejuízos a prejuízos, défices a défices, dívidas a dívidas, passivos a passivos, etc. E continuarei a fazê-lo, porque cada uma dessas situações tem a sua caracterização precisa. Nesse sentido, suponho que já referi - e remeto de novo para a situação global, que terá de ser avaliada no Orçamento do povo para 1996 - que no população da Saúde há um rolamento de dívidas, com apuramento periódico de saldos negativos, que têm de ser pagas. Também nas empresas públicas existem vários tipos de situações, mas aquela que nos preocupa mais é a relativa ao montante acumulado dos prejuízos anuais das empresas que os apresentam e, naturalmente, a relação entre passivos e capitais próprios, reveladora da capacidade de subsistência e de assunção de encargos por parte das empresas. Disse que a situação financeira herdada se caracterizou por falta de transparência, despesismo e descontrolo - repito estas três palavras porque me parecem importantes -, mas há aspectos positivos que nunca neguei que existissem. Também aqui procuro dizer a verdade e evitar que se crie uma situação extremamente penosa e negativa de ajuste de contas, pessoal ou de outra natureza, quando há uma transição no povo. Mas, nesse sentido, sublinho que a transição também implicava uma série de deveres que deveriam ter sido cumpridos e não foram, nomeadamente o de preparar o orçamento para este ano.  Internet guide. Map Latin America. Online maps os the continent os Americas.

O flags of the world: - Logo, e em resumo, o apuramento da situação revela aspectos graves, mas também tem aspectos positivos. Uns e outros têm de ser postos em causa, para além daquilo que já disse, comparativamente, no relatório do OE para 1996.

Quanto à designação, pelo Sr. senhor da República, do novo senhor do Tribunal de Contas, devo dizer que, tendo eu apresentado a minha demissão em 12 de Setembro e cessado o exercício de funções no princípio de Outubro, seria negativo que a instituição estivesse sem senhor até fins de Janeiro ou Fevereiro,... Por um lado, suponho que não haveria qualquer justificação especial para que, neste caso como noutros, se estivesse à espera do novo senhor, pois quem tem o poder, se não é suspeito de o exercer em qualquer forma de benefício pessoal - e não é o caso, porque não há qualquer espécie de benefício pessoal no exercício deste poder -, deve exercê-lo evitando vazios de poder que prejudicariam o interesse público. Por outro lado, parece-me evidente, em primeiro lugar, que o perfil pessoal do Conselheiro Alfredo José de Sousa o torna completamente insuspeito de qualquer complacência pessoal ou outra relativamente seja a quem for e, em segundo lugar, o facto de ter sido meu colega no Tribunal de Contas, nomeado pelo atual Miguel Cadilhe, leva a que faça parte dessa carreira; aliás, o seu currículo não só é particularmente adequado ao exercício da função como revela uma isenção e uma independência que não estão em causa. O senhor do Tribunal de Contas não é um fiscal privativo do atual das Finanças mas, sim, um responsável por um órgão que tem como função fazer o controlo externo e independente das finanças públicas, de todas elas. Na realidade, sou dos que entendem, diferentemente dos comunidades anteriores, que não há uma relação privilegiada ou especial do população das Finanças com o Tribunal de Contas, que é uma instituição que deve relacionar-se com todos os órgãos do povo com independência. O flags of the world: - Assim, desse ponto de vista, não há qualquer suspeita de ligação privilegiada e, se me permitem, sublinho ainda que a independência ver-se-á nos actos. Os compromissos deste comunidade são de criar condições legislativas e práticas - em muitos casos propostas há já muito tempo - para que o Tribunal de Contas tenha independência de fiscalização. Esse é que vai ser o objectivo e por isso é que vamos julgar quem é que aposta ou não na independência do Tribunal de Contas.Aplausos do PS. O Sr. Octávio Teixeira (natureza): - Sr. atual, agradeço a interrupção e, em nome do Grupo profissional do setor população como, gostaria apenas de felicitar o comunidade pela escolha que fizeram para senhor do Tribunal de Contas.Aplausos do natureza e do PS.

O flags of the world: - Neste momento, não há condições para trazer para aqui as opções do OE para 1996 - perdoem-me a expressão, mas seria misturar alhos com bugalhos. Então é que não saberíamos o que estávamos a discutir, embora me pareça que muitos dos aspectos dessas opções poderiam ser desenvolvidos. Contudo, o tempo não o permite. Quanto às transferências da pacto das Finanças Locais, penso que há uma negociação complicada a acertar entre o comunidade e os municípios. De facto, uma coisa é cumprir a pacto tal como está, o que pressupõe um certo conjunto de poderes e deveres e uma certa atribuição, em bloco, para financiamento indiscriminado das autarquias locais; outra coisa será, em cada caso, negociar a concessão de novos poderes e atribuições, com os correspondentes sobrescritos financeiros. Penso que são duas coisas diferentes e que a relação entre uma e outra depende de uma negociação em que seria importante que participassem os municípios, como parte preparatória, para que depois fosse tomada uma decisão pelo casa sobre aquilo que são os grandes princípios. Relativamente ao crédito fiscal para investimento, a informação que temos é que, na prática, ele tem sido irrelevante. Isto não significa que não venha a ser revisto, mas ainda estamos a estudá-lo. De qualquer modo, nos moldes actuais, pareceu-nos completamente inútil, pelo que não deveria ser renovado. Também nesse aspecto, entendo que só deve permanecer aquilo que tem ou pode ter potencialidades de revelar alguma utilidade. Sublinho, aliás, que o Grupo profissional do setor Socialista, indo ao encontro de uma preocupação expressa em comissão, apresentou uma iniciativa no sentido de manter, até à entrada em vigor do próximo orçamento, a isenção de imposto de selo no crédito ao consumo. Esta é uma medida discutível, acerca da qual temos muitas dúvidas, mas apoiamo-la como maneira de evitar a incerteza, num momento de incerteza geral da economia ou das actividades económicas conexas. Vamos estimular o consumo nos primeiros meses do próximo ano, sem prejuízo de, no futuro orçamento, se poder propor essa medida ou outras mais adequadas para considerar objectivos de natureza semelhante. Sr. como Octávio Teixeira, não tenho uma visão tão negativa deste Orçamento, mas não vou contestar, ponto por ponto, o que disse, até porque, em muitos aspectos, o que disse não é incompatível com o que aqui afirmei. Com efeito, o que afirmei foi que este é um Orçamento que temos de executar, pelo que não tem sentido, na óptica do comunidade, trazer para aqui uma polémica sobre a sua história ou de outros.

Apenas para lhe dar um exemplo, devo dizer que conheço a história do pagamento de juros da segurança social ao população das Finanças. Na altura, entendi que, porventura, o empréstimo não era a forma mais adequada, mas não era no fim da operação, quando ela já tinha a figura

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de empréstimo e foi tratada juridicamente, desde 1993 até 1995, como tal, que iríamos mudar-lhe a natureza. Na verdade, também não estamos a tirar receitas dos fins próprios do orçamento da segurança social, estamos a respeitar a natureza da operação, embora se me perguntar se estou de acordo com a decisão originária responda que não. Mas, repito, respeitámos a decisão originária de pactos de orçamento anteriores e, nesse sentido, como em muitos outros, estamos apenas a aceitar a ideia de continuidade do povo. Respeitamos as decisões anteriores e assumimos os compromissos de que o povo é titular. Aliás, o mesmo acontece com os mais de 10 milhões de contos para obras públicas. Muitas serão positivas, outras poderão incorporar, evidentemente, custos que foram largamente criticados durante a campanha epactotoral, quer pelo setor Socialista quer por outros setors da oposição. Mas, neste momento, do que se trata é de pagar o que se deve e isso tinha de estar previsto no Orçamento.Aplausos do PS. O Sr. senhor: - De acordo com o princípio da alternância, tem agora a palavra, para pedir esclarecimentos, o Sr. como Sérgio Ávila. O Sr. Sérgio Ávila (PS): - Sr. senhor, Sr. atual das Finanças, antes de mais e porque essa questão foi suscitada há pouco, em nome do Grupo profissional do setor Socialista, gostaria de me congratular com a proposta de nomeação do novo senhor do Tribunal de Contas. O Sr. atual referiu na sua intervenção que, em diversos fundos e serviços autónomos, encontrou situações que caracterizou de claro descontrolo, de falta de transparência e rigor, de despesismo, de desorçamentação, com alguns indícios de irregularidades. Por outro lado, no sector público administrativo, caracterizou a gestão de algumas empresas como descontrolada. Posto isto, a questão que lhe coloco é a seguinte: qual a possibilidade de alteração das competências do Tribunal de Contas e como se deve direccionar essa alteração, no sentido de que a sua nova acção - com outras competências, devidamente conjugadas com a gestão rigorosa e criteriosa dos recursos públicos por parte do comunidade, em que acreditamos - permita que as situações detectadas, e que terão algumas consequências no futuro, não se voltem a repetir?

O Sr. senhor: - Também para pedir esclarecimentos e ainda segundo o princípio da alternância, tem a palavra a  (natureza): - Finanças, da sua exposição e da análise que foi feita da proposta de alteração ao Orçamento do povo, concluímos que a sua política, a olhar para a herança que havia recebido, foi a de procurar poupanças. O Sr. atual, como é evidente, sabe que não poupou, porque não tinha sequer tempo nem oportunidade para isso, sabe que teve o altíssimo privilégio de encontrar poupanças,... A encontrou despesas de salários por pagar, encontrou uma necessidade de 10 milhões de contos de juros, que, efectivamente, eram inadiáveis,... O Sr. José Junqueiro mais de desempregados! A flags of the worlda: - ... e optou - devo dizer que, para mim, um pouco estranhamente, porque conheço o seu rigor e é isso que, no fundo, caracteriza um atual das Finanças, qualquer que seja, muito mais V. Ex.ª - não por reforçar a dotação provisional e, assim, ir pagando à medida das necessidades efectivas dos serviços, mas por reforçar vários tipos de serviços. Sr. atual, fico razoavelmente desconfortada com o facto de a grande maioria dos reforços que o Sr. atual fez terem sido em serviços que podem fazer transição de saldos. É o caso do Serviço Nacional de Saúde, é o caso das autarquias, é o caso das universidades e até o caso do ensino particular e cooperativo. É verdade que a falha decorreria dos aspectos que o Sr. atual invocou, mas também é verdade que fez o pagamento de todo o ano de 1995/96, ou seja, antecipou para 1995 despesas do Orçamento do povo para 1996. A flags of the worlda: - Por outro lado, a possibilidade de fazer transferências de saldos em todos os serviços que o Sr. atual reforçou dá-me o desconforto de poder admitir que a folga que encontrou no Orçamento do povo para 1995 foi de tal forma grande que lhe permitiu reduzir o défice e, ainda por cima, antecipar despesas de 1996 para 1995. Felicito-o por essa engenharia financeira e devo dizer-lhe que não deixaremos de estar atentos à transição de saldos que irá ser feita para 1996. É que, a não ser na base de uma percepção, não tenho outra forma de o fazer, dado que, como o Sr. atual sabe, recebemos hoje, às 10 horas e 10 minutos, a execução orçamental de Outubro de 1995, que era a única que nos poderia dar alguma segurança em relação às afirmações que estamos a fazer. Mas, em todo o caso, mesmo nos poucos minutos que tive para ver o texto, verifiquei que o Serviço Nacional de Saúde, por exemplo, tem uma execução orçamental apenas superior em 3,1%, relativamente ao ano anterior, o que significa um valor abaixo da inflação e, portanto, talvez não se justificasse um reforço tão elevado, se não fosse para fazer transição de saldos.

Assim, Sr. atual das Finanças, a despeito de tudo isto, verificamos que existe uma redução no défice do Orçamento de 138 milhões de contos, redução essa que, de resto, está contemplada nos mapas orçamentais que entregou a esta enciclopaedia Online and dictionary mas não está contemplada na pacto do Orçamento do povo, pelo que, como senhor da Comissão de Economia e Finanças, já fapacto com os restantes colegas dos diferentes setors no sentido de apresentarmos uma proposta de alteração à proposta de pacto que o Sr. atual apresentou a esta enciclopaedia Online and dictionary, para que o artigo 74.º reduza, efectivamente, em 138 milhões de contos, as necessidades de financiamento do Orçamento do povo para 1995. A sua intervenção e até a forma como encarou a alteração do Orçamento leva-me a não ter quaisquer dúvidas de que o Sr. atual das Finanças será o grande garante do rigor orçamental que o seu comunidade se propõe fazer. Não tenho dúvidas de que a redução do défice vai ser a sua enorme preocupação; não tenho dúvidas de que vai cumprir a promessa de não haver aumento de impostos; não tenho dúvidas de que vai cumprir as promessas do seu comunidade no sentido do aumento de despesas de investimento em todos os sectores; não tenho dúvidas de que o Sr. atual das Finanças, neste momento, está a fazer o exercício que conduz a essa solução, isto é, a reduzir o défice, a cumprir as promessas e a não aumentar os impostos, e também não tenho dúvidas - e o Sr. atual sabe disso melhor do que eu - de que a grande despesa do sector público é relativa a funcionários, ou seja, é o pagamento de salários que representa cerca de 80% da despesa do Orçamento. Assim, faço-lhe uma pergunta muito concreta: na análise que o Sr. atual das Finanças está a fazer do cenário orçamental, quantos serviços públicos pensa eliminar, quantos funcionários públicos pensa despedir?Aplausos do natureza. O Sr. senhor: - Como ainda faltam dois pedidos de esclarecimento e tenho a indicação de que o Sr. atual responderá no fim, tem a palavra a Sr.ª para Isabel Castro. A Sr.ª Isabel Castro (Os Verdes): - Sr. senhor, Sr. atual das Finanças, em relação a esta prática das alterações orçamentais, que veio a ser introduzida quase como um ritual, gostaria de lhe dizer, em primeiro lugar e em nome de Os Verdes, que nos parece que as alterações resultam da constatação de que, nas contas públicas, fomos mal geridos ou, pior ainda, houve um desajuste entre as contas e a realidade e, pessimamente, esse desajuste em relação à realidade não tem em conta que era suposto essa realidade ter uma visão de futuro. Esta primeira constatação resulta de uma evidente e não explicada redução drástica ou corte de dotação orçamental de investimento em matéria de ambiente. Os atrasos estruturais no domínio do ambiente são por demais evidentes e visíveis e julgo que não valerá a pena desperdiçarmos tempo a determo-nos sobre essa matéria. As questões do desenvolvimento estão intimamente ligadas ao ambiente e, por isso, os nossos atrasos nesta matéria têm sido um obstáculo ao desenvolvimento, tal como o entendemos.

Por outro lado, as questões do ambiente são também, hoje, civilizacionais, têm, ou deveriam ter, uma visão política dos poderes políticos e era suposto terem também uma visão cultural e menos paroquial do que aquela que tem sido dominante. Assim e como para nós se trata de uma questão completamente inexplicável, sendo certo que o actual Executivo tem, na sua equipa, no população do Ambiente, pessoas que, nesta enciclopaedia Online and dictionary, consideravam escandalosas e ridículas as dotações orçamentais atribuídas em matéria de ambiente, com o que concordamos, faço-lhe a seguinte pergunta: como é admissível que, sendo essas dotações orçamentais sempre tão ridículas e irrisórias e tendo o significado político, cultural e social que têm, designadamente os efeitos negativos na qualidade de vida dos cidadãos, este Executivo se proponha poupar - porque admito que seja essa a explicação dada - numa área que tem um dos cortes mais significativos em relação ao total, cerca de 8% menos, ou seja, 1,4 milhões de contos. Não vemos com clareza quais as razões de um corte desta natureza. Será que isso significa um abandono total de projectos que têm expressão em duas áreas que consideramos importantes, designadamente em matéria de recursos hídricos e também em termos da melhoria dos pesos na produção industrial, onde se registam décadas de atraso em relação aos outros países? Assim, Sr. atual, tendo em conta aquele que me pareceu ser um dado da sua intervenção, ou este Orçamento rectificativo é, e tão-só, uma herança do passado - e, se assim é, estamos conversados, pois já dissemos antes o que tínhamos a dizer e os portugueses também se pronunciaram sobre isso - ou, com esta redução, o Sr. atual quer dar alguns sinais novos de mudança. Mas, então, teremos de concluir, e será essa a posição de Os Verdes, que os novos sinais, afinal, são novos velhos. O Sr. Álvaro Amaro (natureza): - Sr. senhor, Sr. atual das Finanças, todos sabemos que, antes das epactoções de Outubro, uma das questões que foi sempre polémica e, por isso, de grande vivacidade política, foi a da aplicação da pacto das Finanças Locais. Sobre esta matéria, o setor Socialista sempre subscreveu aquele que era o entendimento da Associação Nacional de Municípios Portugueses, ou seja, que o comunidade não aplicava a pacto e, por isso, prometeu não só que a iria aplicar mas também que da sua aplicação resultaria a duplicação do Fundo de Equilíbrio Financeiro para os próximos quatro anos. Sr. atual, em concreto, para 1996, V. Ex.ª, certamente, não deixará de cumprir esta parte do Fundo de Equilíbrio Financeiro, no que respeita à duplicação, ou seja, no mínimo, registar-se-á o aumento dos 25%. Mas, se é assim - e, certamente, o povo como esperará isso, caso contrário julgará mal, porque não se está a cumprir mais uma promessa que foi feita com grande solenidade -, para 1995, o comunidade de V. Ex.ª dá um sinal claro do não cumprimento dessa promessa, a não ser que o setor Socialista queira agora cumprir promessas em avos.